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Rene Montano, Estudante
Rene Montano
Comentário · há 2 anos
😂😂😂😂 estou farto de tanto rir. O brasileiro, e não apenas o menos privilegiado, se mata numa guerra de egos inflados que beira a mediocridade, e entenda por medíocre não o vocábulo mediano, mas a forma grotesca de se qualificar bem por baixo mesmo uma determinada situação. Há de fato uma certa incoerência entre o que o autor pública e seu “inflado” currículo, assim também, de outro colega que quer se vangloriar de ser filho da “usp”, já que a usp foi um dia colega, não é mais senão apenas na aparência, jajá acaba superada até pelo Mackenzie. E nome de família não significa absolutamente nada, nem mesmo ter publicado 19 livros ou 60 artigos pois todos sabemos que nessa terra tupiniquim, apadrinhados publicam qualquer coisa para fazer currículo e poder ganhar a vaga de professor da usp. Isso não significa qualidade, o que não ocorre com os antepassados dessa família já que são conhecidos e respeitados. Então parem de inflamar seus egos e atenham-se ao que o autor quer realmente chamar a atenção. De forma resumida e bem direta, deixem seus ternos, sejam eles um Hermès ou um reles garbo no armário quando não estiver formalmente trabalhando, seja atendendo um cliente ou fazendo uma audiência. O que ele quer criticar e eu também crítico é que os “dotô” nesse país tupiniquim vão a restaurantes, ou a festas infantis, em seus ternos, garbosos ou não, e muitos distribuem cartão até para o garçom da festa. Exatamente por isso a crítica, pois muitos e não são poucos querem passar a impressão de serem o que não são. Mas isso não é exatamente culpa do pobre profissional e sim da cultura ridícula desse país que valoriza a ostentação. O idiota, e por idiota não entenda o xingamento, mas o siginificado real, não está preocupado em contratar um bom profissional mas em contratar aquele que ostenta o kit Montblanc. Brasileiro não come pelo
Paladar mas come pelos olhos, então devemos nos preocupar com a indumentária? Não, simples assim, não há mal algum em ser informal quando não se exige a solenidade.
Rene Montano, Estudante
Rene Montano
Comentário · há 2 anos
Desculpe mas esse artigo é equivocado pois o CDC quando se refere a limites quantitativos se refere à limitação se quantidade do produto que o consumidor pode adquirir. Normalmente quem faz isso são os hipermercados que fazem promoções de pacotes de arroz a 5 reais limitando a compra a duas unidades por consumidor. Nada a ver com valores mínimos para se aceitar uma forma de pagamento. Seria o mesmo dizer que um estabelecimento não pode recusar cheque já que o mesmo é também uma forma de pagamento à vista. Estando animfoacaonem local visível e ostensiva nada de errado há nisso
Rene Montano, Estudante
Rene Montano
Comentário · há 2 anos
Nossa, quanto analfabeto funcional; não sabem ler, interpretar, nem mesmo escrever. Por partes, primeiro quem foi à justiça não foi a funcionária que foi encontrada com o celular FURTADO e não roubado, foi a que foi encontrada com R$ 150,00 e, na ação, comprovou que o dinheiro foi sacado da própria conta. Segundo, não concordo com a sentença, a uma porque a revista foi feita em local reservado, a duas porque pode-se fazer tudo o que a lei não proíbe e não me recordo de haver lei proibindo uma revista num ambiente de trabalho por desconfiança de furto, se houver, retiro o comentário, caso contrário, prossigo, poderia se chamar a polícia? Sim, poderia, mas não absolutamente deveria. Terceiro, equívocos há em nossa legislação, penal, civil e principalmente trabalhista. Crime de bagatela é uma aberração jurídica (daí a reposta para alguns colegas que mencionaram a seara criminal, não adianta, pois há várias absolvições por crime de bagatela, desde que, claro, não seja o iphone daqueles que proferiram tão estúpidas decisões), não houve constrangimento, foi feito uma revista em ambiente fechado, reservado, não houve difamação, calúnia, nada que se assemelhe a justificar a indenização, decisões na justiça do trabalho com essa fundamentação é contraditória à própria fundamentação, pois a justiça do trabalho que a meu ver deveria ser extinta a muito tempo, é a própria indústria da indenização, tudo virou ato atentatório à dignidade do ser humano, se o funcionário bateu o caminhão e ficou na delegacia recebe indenização por dano moral (creiam há sentenças assim), se a carga foi roubada, recebe indenização porque a empresa deveria cuidar de sua segurança (creiam também há sentenças assim), ou seja, a justiça do trabalho é uma verdadeira piada de mau gosto. Exercício arbitrário das próprias razões? Não concordo, é muito mimimi nesse país, isso é beneficiar ladrão, a verdadeira sem vergonha foi pega com o celular, ponto final. A outra foi demitida, entrou com a reclamação, se houve dispensa por justa causa, reverte-se a justa causa, paga-se todos os seus direitos e ponto final, indenização de quê? Vai procurar outro emprego, a vida segue, e ponto final, não aconteceu nada de mais, Agora se houveram outros motivos a justificar o pedido, a matéria não abordou, mas no geral tá muita frescura nesse País. Frescura? quer dizer, mimimi, pois se eu dizer frescura é capaz de me taxarem de homofóbico. Ah, faça-me o favor....
Rene Montano, Estudante
Rene Montano
Comentário · há 2 anos
A questão é mais profunda do que mera crítica. Vi colegas se inflando contra a decisão, vi colegas se inflando contra a OAB, sem contudo justificar de forma coerente o posicionamento. Vou começar pela critica feita por um comentário que diz a culpa é do lobby nojento da OAB... Sim, a OAB fez lobby para transformar os honorários sucumbenciais , que, originariamente defendidos e instituídos por obra de Webber e Chiovenda, têm a natureza de ressarcimento da parte, em pagamento aos advogados. Eu particularmente não sou um grande defensor da OAB, principalmente da Paulista, vejo-a com uma entidade de classe inútil ao interesse geral dos advogados que vive e é administrada por uma casta de privilegiados, mas daí chamar de lobby nojento? Não concordo, se houve lobby, esse não foi para privilegiar a casta de privilegiados que mencionei, mas a classe de famintos que compõem a advocacia brasileira, sim, parece estranho lerem isso, mas é verdade, cansei de ir a festinhas da OAB e ver advogados enfiados em ternos desbotados e rotos enfiando salgadinhos nos bolsos. Poucos são os bem sucedidos, basta levantar o tamanho da lista de devedores das anuidades, mas mais que isso, o novo CPC acaba com as discussões ao afirmar que os honorários pertencem ao advogado e tem natureza alimentar, ora a consideração de natureza alimentar é feita para proteger o hipossuficiente em sua essencialidade. Então a Ordem Federal fez esse lobby sim, mas para ajudar esta classe de "necessitados" por assim dizer. E isso existe por culpa de quem? De toda a sociedade, do governo que permite as uniesquinas abrirem cursos de direito ao bem querer sem qualquer fiscalização, da OAB que não ajuda a fiscalizar esses cursos e a emitir parecer de reprovação pela baixa qualidade que representam, daí o MEC reconhece esse cursos mambembos, e à sociedade que admite a ocorrência desse tipo de situação em seu seio. Não adianta falar que a OAB reprova mais de 85%, e que esse controle basta, não, não basta, a OAB, apesar desse alto índice de reprovação é papai que protege e abençoa; o exame é fraco, a primeira fase exige 50% de acertos para a segunda, ou seja, 50 acertos das 100 questões de múltipla escolha, mas fazendo 48 a ordem passa o candidato para a segunda fase, e aqui reside o problema, porque o cabrestinho fez cursinho para aprender à exaustão meia dúzia de peças processuais inerentes ao direito penal e passa. Daí vemos uma série de atrocidades cometidas por maus profissionais que denigrem a profissão. Por quê mencionar isso ? Porque penso, sem desmerecer ou criticar diretamente o profissional quem fez a ação, que o cliente, fosse meu, deveria ser orientado a se dirigir ao juizado especial. eu não faria uma ação destas, repito não critico o profissional da ação, mas reporto-me ao fato de que o cliente tem o direito de contratar um profissional, e aqui, pouco importa o valor do problema, é caso de se perseguir justiça e não valores, e é exatamente por isso que não critico o profissional quem fez a ação. Assim, pouco importa se o molho é mais caro que a salsicha como costumamos dizer, é caso de justiça e justiça não tem valor, não se mede monetariamente, então não vejo porquê criticar, nesse caso, o profissional, ou a OAB. Mas fato é, não fosse esse desvirtuamento dos honorários sucumbenciais que deixam de ressarcir o vencedor da ação para transformar em alimentos para uma classe de necessitados, provavelmente não se ingressariam com esse tipo de ação representados por um profissional. Por fim, também é culpa da classe de advogados, pois os advogados são egoístas, são individualistas, não se organizam como classe que de fato é, não dá a devida importância, a começar pela postura diante do juiz, na maioria das vezes vejo profissionais cabisbaixos, que sucumbem diante dos desmando do juiz que se acha deus, mas a pior situação, é a da classe que não se valoriza, sequer cumprem a tabela da OAB que prevê valores mínimos para cobrança de honorários, trabalham por valores abaixo da tabela (que já é a meu ver ridícula de baixa), então quando se vê diante deste tipo de absurdo de sentença, reclama? Acho que passou da hora dos profissionais deixarem de ser necessitados e passarem a trabalhar com união e coerência, a mudança deve partir do comportamento do próprio advogado.
Quanto ao juiz, esse sim pisou na bola, e muito. É fato que ele aplicou, em termos percentuais, a lei, mas é só isso que a lei diz? Não, não é, a lei manda levar em consideração o valor (para aplicação do percentual) quando se tratar de proveito econômico razoável (interpretação) ou em termos contrários, quando o mesmo for irrisório, como é o caso, o juiz deve fixar valor atribuído. §º 8º art 85 CPC. Ora, o trabalho realizado para desconstituir uma dívida de 40 reais é o mesmo para 40 mil reais, só mudam os valores, a partir do momento que o proveito é irrisório tem por obrigação arbitrar. Agora porquê ocorre esse tipo de desmando? Vários motivos. Respeitadas opiniões em contrário, os juízes são preguiçosos, desafio qualquer colega a me dizer em que fórum cível, seja da justiça estadual ou federal que, com regularidade se encontram juízes pela parte da manhã. Chegam as 13:30, quando não as 14, e se vão as 18:30, trabalham míseras 4 horas por dia, sim 4 horas, pois digo a vocês que na minha cidade, entre as 16:00 e 16:30 passem pela padaria que fica em frente ao forum e verão lá os juízes e promotores tomando seu café da tarde, e ficam por lá pelo menos 40 minutos. Portanto, são preguiçosos, esta aí a justificativa da letargia e da lentidão de nosso judiciário e não a mentira pregada que faltam juízes e funcionários, ocorre também por que além da preguiça, juiz é invadido pelo sentimento de inveja, sim, são invejosos, apesar de ganharem gordos salários (não sou contra salário decente pagos ao juiz, mas contra regalias que integram o salário) pra trabalharem quase nada, não conseguem ver um advogado ganhar bem, ganhar mais que eles, não admitem, pois acham que eles devem ser melhores que nós pois pensam que se exige muito mais para ser juiz que advogado, em minha humilde opinião, penso bem ao contrário, quem não tem capacidade para advogar, vai correr atrás do serviço público para garantir seu salarinho, então, essa inveja que contamina esses juízes é a grande responsável por esse tipo de decisão, que parte de uma mente débil. Exceção à regra? Claro, juiz que antes de ingressar na magistratura, foi advogado. Então, embora respeite opiniões em contrário, o colega tem sim do quê reclamar, tem sim que recorrer e mudar essa pífia decisão impregnada pela debilidade.
Rene Montano, Estudante
Rene Montano
Comentário · há 3 anos
Que boa sentença, ou quase.....Bem já é um começo, pois penso que a maioria não indenizaria em nada justificando como se vê em diversas sentenças que tal fato seria "mero aborrecimento" do dia a dia não passível de indenização. Digo já é um começo pois houve uma sentença, o valor é que foi baixo, ninguém aqui comentou a situação da criança, todos pensam apenas e tão somente no direito do proprietário de ir e vir livremente, sem obstáculos, mas e a criança? Ela também foi atingida, também ficou mais de uma hora à espera do pai, que, se nunca atrasou, tal fato a deixou em situação de desespero (conjectura, claro que a depender da idade do infante), situação real, dependendo do horário, além da preocupação pelo pai não ter aparecido, vem a fome, claro, pois ela também está atingida pela situação que a tirou de seu estado de normalidade. Temos de para de querer fazer o errado parecer o certo, adminsitrativo não exclui o judiciário, são cumulativos, o valor deve ser potente de modo a fazer sentir que não se deve praticar tal ato, mas no Brasil, o judiciário infelizmente não pensa assim, pensa sempre que a indenização, embora seja justa, não pode enriquecer o ofendido. Não se trata de enriquecer, mas de educar um povo sem educação, e se não aprende por bem, tem que aprender por mal, fosse eu, condenaria a pagar pelo menos 10 mil, aí sim a empresa tomaria medidas sérias junto a seus funcionários para que isso não se repetisse, pois se cada vez que o fato se repetir tiver que pagar 10 mil, a conta vai ficar salgada. Não vejo como 2 mil causará esse efeito, mas como dito, já é um bom começo.
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